Baú de Velharias

Sempre uma porcaria ou novidade

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Notícia Urgente!!!!

“Ganso no Corinthians “

O Corinthians passou a perna no Santos e contratou o jogador Ganso. O jornal “Lance” já tirou fotos do jogador no CT do novo time.

Recebido por e mail.






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Time Islandês Stjarnan – Confira as comemorações criativas quando eles fazem um gol – Pescaria , Parto e Bicicleta Humana

O time Islandez Stjarnan nao tem mais o que inventar para comemorar os gols. Os atletas já haviam simulado uma pescaria, mas dessa vez se superaram ao simularem um parto, no terceiro gol da vitória por 3 a 2 sobre o Selfoss.

No primeiro gol, o jogador começa a correr, mas para no meio do caminho, vem um companheiro de time e “dá corda” para que ele continue a correr. No segundo, o autor do gol finge um tropeção e cai no gramado. Mas a melhor performance da partida ficou para o último gol. O camisa 10 da equipe marca um bonito gol, e na comemoração, deitado, de pernas abertas, simula um parto.

No video abaixo, o time islandês comemora o gol fazendo uma bicicleta humana
Stjarnan human bike goal celebration

E para relembrar, a comemoracao imitando uma pescaria:






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Robinho , Neimar e Cia que fiquem espertos ! Os Islandeses Fizeram a Dança do Peixe em alto estilo

A comemoração é do time do Stjarnan, da Islândia.

Ficou simplesmente genial a comemoracao de um gol de penalti que os jogadores dançaram em campo.






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Mané Garrincha – Alegria do Povo – O maior ponta de todos os tempos

Manuel Francisco dos Santos, o Mané Garrincha ou simplesmente Garrincha (Magé, 28 de outubro de 1933 — Rio de Janeiro, 20 de janeiro de 1983), foi um grande futebolista brasileiro que se notabilizou por seus dribles desconcertantes apesar do fato de ter suas pernas tortas. É considerado um dos maiores jogadores da história do futebol de todos os tempos. No auge de sua carreira, passou a assinar Manuel Francisco dos Santos, em homenagem a um tio homônimo, que muito o ajudou. Garrincha também é amplamente considerado como o maior driblador da história do futebol.

Garrincha, “O Anjo de Pernas Tortas” , foi um dos heróis da conquista da Copa do Mundo de 1958 e, principalmente, da Copa do Mundo de 1962 quando, após a contusão de Pelé, se tornou o principal jogador do time brasileiro. Com Garrincha e Pelé jogando juntos, a Seleção jamais perdeu uma partida sequer. A força do seu carisma ficou marcada rapidamente nas palavras do poeta de Itabira, Carlos Drummond de Andrade, numa crônica publicada no Jornal do Brasil, no dia 21 de janeiro de 1983, um dia após a morte do genial Garrincha:

Infância: o apelido “Garrincha”

Bandeira da torcida do Botafogo em homenagem a Garrincha no Engenhão.
De origem humilde, com quinze irmãos na família, Manuel Francisco dos Santos era natural de Pau Grande, distrito de Magé (Rio de Janeiro). Sua irmã o teria apelidado de Garrincha, fazendo uma associação com um passarinho muito comum na região serrana de Petrópolis, conhecido por este nome.

As pernas tortas
Uma das características marcantes que envolvem a figura de Garrincha relaciona-se a uma distrofia física: as pernas tortas. Numa perspectiva frontal, por exemplo, sua perna esquerda, seis centimetros mais curta que a direita, era flexionada para o lado direito, e a perna direita, apresentava o mesmo desenho. Afirma Ruy Castro em seu livro que já teria nascido assim, mas há vários depoimentos no sentido que tenha sido sequelas de uma poliomielite.

Primeiros brilhos
Com catorze anos de idade começou a jogar no Esporte Clube Pau Grande e seu talento, já manifestado, despertou a atenção de Arati: um ex-jogador do Botafogo. Teve uma breve passagem pelo Serrano Foot Ball Club, time de Petrópolis, região serrana do Rio. Foi este o primeiro clube a pagar quantias em dinheiro para que Garrincha jogasse futebol. Após esta passagem pelo Serrano, foi treinar no time do Botafogo de Futebol e Regatas. Não se sabe com certeza quem o levou a fazer um teste no Botafogo, mas nos minutos iniciais do primeiro treino, ele teria dado vários dribles em Nílton Santos, o qual já era um renomado jogador.

Vida pessoal
Garrincha casou-se com Nair, namorada infância, com quem teve oito filhas. Separou-se dela e foi casado com Elza Soares por 15 anos. Os dois tiveram um filho, Manuel Garrincha dos Santos Junior (9 de julho de 1977 — 11 de janeiro de 1986), morto aos 9 anos de idade num acidente automobilístico. Nenem, o filho dele com Iraci, sua esposa antes de conhecer Elza, também morreu num acidente em Portugal em 20 de janeiro de 1992 aos 28 anos.

Jogador profissional

Garrincha na Copa do Mundo 1962.Na maior parte de sua carreira Garrincha defendeu o Botafogo (no período de 1953-1965) e a Seleção Brasileira (de 1957-1966). Jogou alguns meses no Sport Club Corinthians Paulista (1966) e no Clube de Regatas do Flamengo (1969), porém já estava longe de seu auge. Jogou por pouco tempo no Olaria (1972). Teve uma partida disputada pelo Vasco, em um amistoso contra a seleção da cidade de Cordeiro (RJ), marcando um gol nesta partida. Sua contratação não foi fechada pela equipe cruzmaltina devido a sua má condição física e foi devolvido ao Sport Club Corinthians Paulista após o supracitado amistoso.

Jogou sessenta partidas pelo Brasil entre 1955 e 1966. Em todos os seus jogos, participou de apenas uma derrota (de 3 a 1 para a Hungria na Copa de 66). Com Garrincha e Pelé jogando ao mesmo tempo, o Brasil nunca perdeu.

Mesmo na Seleção Brasileira, Garrincha nunca abandonou sua forma irreverente de jogar. Voltava a driblar o jogador oponente, no mesmo lance, ainda que desnecessariamente, só pela brincadeira em si.

Nos clubes, jogou 614 vezes, marcando 245 gols pelo Botafogo. Também atuou pelo Corinthians, Flamengo e o Olaria no Brasil, e pelo Atlético Junior da Colômbia. Sua carreira profissional se prolongou de 1953 a 1972.

Garrincha faleceu em 20 de janeiro de 1983 vítima de cirrose do fígado. Em seu epitáfio lê-se “Aqui jaz em paz aquele que foi a Alegria do Povo – Mané Garrincha.”






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Ele acertou tudo ! Polvo Paul foi a sensação da copa da África de 2010 , será que ele viverá até 2014 ?

Polvo Paul recebe uma cópia do troféu da Copa após acertar a campeã mundial.

Sensação internacional por ter acertado o resultado das partidas da Copa do Mundo, o polvo alemão Paul ficou frente a frente com uma cópia da Taça Fifa, nesta segunda-feira, um dia depois de a Espanha ter conquistado o torneio ao derrotar a Holanda na decisão, como já havia previsto o molusco.

O troféu foi levado ao aquário de Oberhausen, onde era realizado o método de previsão do polvo. Os funcionários do local colocavam duas caixas de acrílico com comida, cada uma com a bandeira respectiva das seleções que iriam se enfrentar na ocasião. A escolhida representava o vencedor do jogo.

Paul acertou o palpite das sete partidas da Alemanha no Mundial, inclusive as derrotas para Sérvia e Espanha. Com o sucesso, foi condicionado também a arriscar o campeão. Diante das caixas com bandeiras da Espanha e da Holanda, o polvo optou acertadamente pela seleção espanhola.

Autor do único gol da partida, o espanhol Andrés Iniesta brincou sobre a fama de profeta do animal. “O polvo ficará muito popular na Espanha”, disse o jogador do Barcelona, que viu a rede balançar somente na segunda etapa da prorrogação, depois de uma partida bastante equilibrada no Soccer City.

Antes mesmo de seus últimos acertos no Mundial, Paul era pretendido por empresários de uma cidade espanhola onde há uma tradicional festa do polvo. A proposta seria de cerca de R$ 67 mil. Apesar da fama, o molusco alemão, que tem dois anos e meio de vida, pode não deixar sucessores para 2014.

Mesmo sem estar na África do Sul, o polvo Paul, que vive no aquário Se a Life, em Oberhausen, região oeste da Alemanha, se tornou um dos astros desta Copa do Mundo ao acertar todos os resultados dos jogos da seleção alemã. Como se não bastasse, o molusco também cravou na última sexta-feira que o time espanhol bateria a Holanda e seria campeão do torneio.

Após o apito final no jogo deste domingo, o primeiro ministro da Espanha, José Luiz Zapatero, brincou dizendo que iria mandar uma equipe para proteger o polvo na Alemanha, fazendo menção ao risco que Paul correria por ter previsto a desclassificação da Alemanha pela Espanha na semifinal. Dias antes, a ministra do Meio Ambiente espanhola, Elena Espinosa, também brincou ao pedir para os alemães não comerem Paul.






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DEPOIS DA DERROTA!!!






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Espanha é campeã da copa do mundo da África de 2010

Num jogo emocionante a Furia Espanhola ganha no segundo tempo da prorrogracao da equipe da Holanda

Bem vinda ao clube, Espanha!

Aquilo que se vem ensaiando dizer há pelo menos dois anos – desde o brilhante título da UEFA Euro 2008 – agora pode ser proferido sem qualquer resquício de dúvida ou concessões: a Espanha é o melhor time de futebol do mundo. É mais: é de fato a campeã do mundo, o oitavo país na história a conquistar a Copa do Mundo da FIFA.

A final da África do Sul 2010 fez com que o lotado Soccer City de Johanesburgo prendesse a respiração não uma ou duas, mas incontáveis vezes. Noventa minutos não foram o suficiente para decidir qual dos dois, Holanda ou Espanha, se tornaria o mais novo campeão do mundo. Na verdade, faltou pouco para que 120 minutos também não o fossem. Apenas um gol de Andrés Iniesta a quatro minutos do tempo extra confirmou a superioridade que os espanhóis mostraram ao longo de quase todo o jogo e coroou definitivamente uma geração que pulverizou um tal “estigma das quartas de final” que caracterizava o pais até há pouco.

Quem continua, sim, com um estigma desconfortável é a Holanda, que apos 14 vitórias consecutivas entre eliminatórias e Copa do Mundo da FIFA, caiu mais uma vez na partida decisiva, pela terceira vez em sua história, depois das derrotas para Alemanha em 1974 e Argentina em 1978.

O primeiro Mundial em solo africano teve um campeão inédito. O mundo do futebol tem, indiscutível, sua melhor equipe. E, para sempre, um novo integrante para sua elite. Que a Espanha seja bem vinda à galeria!

Pressão que vai e vem
A princípio, era como se a Espanha saísse diretamente do apito final de sua partida diante da Alemanha para o Soccer City. O mesmo domínio que a Fúria exerceu na semifinal apareceu claro e intenso nos primeiros minutos de jogo: logo aos cinco minutos, Sergio Ramos acertou uma cabeçada linda que obrigou Maarten Stekelenburg a uma boa defesa. Em seguida, o mesmo lateral direito invadiu a área e obrigou John Heitinga a afastar na boca do gol. Mais um minuto e era David Villa acertando um voleio na rede pelo lado de fora. Pressão, jogo de uma só equipe, questão de tempo para o gol sair?

Não exatamente. Porque, afinal, o que estava em jogo não era qualquer coisa, mas um titulo mundial. Aliás, não só isso, mas essencialmente o lugar dos dois países na história do futebol. E, com um prêmio desses, é compreensível que quem acabe tomando conta do ambiente seja o nervosismo. Foram 20 faltas ao longo de todo o primeiro tempo, com cinco cartões amarelos. Entre as divididas e disputas acirradas, sobrou uma breve reação holandesa nos últimos minutos, quando a equipe chegou a ameaçar o gol de Iker Casillas, num chute rasteiro de Arjen Robben, já nos descontos da primeira parte.

Veio o segundo tempo e, com ele, uma média aritmética daquilo que aconteceu no primeiro: se, por um lado, o clima seguia tenso – com mais oito cartões amarelos no total, além de um vermelho, chegando ao recorde de dez numa final de Copa do Mundo, superando os seis de 1986 -, por outro também a Espanha dominava a posse de bola e aparentava estar mais perto de marcar. A principal diferença é que o contragolpe da Holanda, o motor da grande campanha recente do país, começou a funcionar.

O exemplo mais claro foi a ocasião em que Robben aproveitou um tremendo buraco na defesa aos 16 minutos, recebeu passe de Wesley Sneijder e apareceu frente a frente com Casillas. O goleiro do Real Madrid esperou até o último minuto para sair e impediu o gol com as pernas. Embora quem tenha passado a criar mais e mais chances tenha sido a Espanha, o recado estava dado.

Nervos e a cartada final
Mesmo as alterações que Bert van Marwijk e Vicente del Bosque fizeram ao longo do segundo tempo tinham menos o risco de tentar mudar demais o jogo do que apenas a reposição de peças por outras similares, mas mais descansadas. Foi assim para a Holanda, com Eljero Elia no lugar de Dirk Kuyt, e também com os espanhóis, que trocaram Pedro por Jesús Navas e Xabi Alonso por Cesc Fàbregas. Até o fim dos 90 minutos, a história foi a mesma, com a Espanha se aproximando perigosamente, como nas chances claras de David Villa aos 24 – salva por Heitinga na frente do gol – e uma cabeçada de Sergio Ramos, livre na pequena área.

Noventa minutos não foram o bastante para destilar tanto nervosismo. Pela sexta vez na história, a final da Copa do Mundo da FIFA precisava da prorrogação. E, então, era como se a partida começasse outra vez. A partida em que a Espanha resolvia controlar o jogo e decidi-lo à sua maneira. Que foi o que quase aconteceu com Andrés Iniesta, livre na cara do gol aos cinco minutos. O meia avançou, demorou a chutar e foi desarmado. Em seguida, Jesús Navas assustou a massa holandesa que ocupou boa parte do Soccer City, com um chute desviado que bateu na rede pelo lado de fora.

Era pressão que já não pararia mais, e que só se intensificou quando Heitinga recebeu seu segundo amarelo aos quatro minutos do segundo tempo. De alguma forma, o gol precisava sair. Foram precisos, no total, 116 minutos, mas enfim a Espanha matadora apareceu. Andrés Iniesta, que tantas vezes tivera chances de invadir a área holandesa sem poder concluir, recebeu um passe perfeito de Fàbregas que não deixava outra opção além da bomba cruzada que bateu Stekelenburg.






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