Como se descobre se um cara joga no outro time?
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1 Pirâmide de Quéops
2 Jardins suspensos da Babilônia
3 Estátua de Zeus em Olímpia
4 Templo de Ártemis em Éfeso
5 Mausoléu de Halicarnasso
6 Colosso de Rodes
7 Farol de Alexandria
As sete maravilhas do mundo (também conhecidas como sete maravilhas do Mundo Antigo) são uma famosa lista de majestosas obras artísticas e arquitetônicas erguidas durante a Antiguidade Clássica, cuja origem atribui-se a um pequeno poema do poeta grego Antípatro de Sídon.[1]Das sete maravilhas, a única que resiste até hoje praticamente intacta é a Pirâmide de Quéops, construída há quase cinco mil anos. É interessante que na Grécia se encontrava apenas a estátua de Zeus em Olímpia, construída em ouro e marfim com 12 metros de altura. A idéia que se tem dela vem das moedas de Elis onde foi cunhada a figura da estátua de Zeus.
Pirâmide de Quéops
A grande pirâmide de Gizé, única antiga maravilha do mundo ainda existenteVer artigo principal: Pirâmide de Quéops
Ao contrário do que muitos pensam é apenas a Pirâmide de Quéops (e não todas as três grandes Pirâmides de Gizé) que faz parte da lista original das Sete Maravilhas do Mundo. A Pirâmide de Quéops foi construída há mais de 4500 anos, por volta do ano 2550 a.C., e é também chamada de Grande Pirâmide de Gizé ou apenas Grande Pirâmide. A majestosa construção de 147 metros de altura foi a maior construção feita pelo homem durante mais de quatro mil anos, sendo superada apenas no final do século XIX (precisamente em 1889), com a construção da Torre Eiffel. A Grande Pirâmide de Gizé foi construída como tumba real para o faraó Khufu (que dá nome à pirâmide).
O curioso é que a pirâmide de Gizé já era a mais antiga dentre todas as maravilhas do mundo antigo (afinal, na época já fazia mais de dois mil anos que havia sido construída) e é justamente a única que se mantém até hoje.
Jardins suspensos da Babilônia
Os Jardins Suspensos da Babilônia são as maravilhas menos conhecidas, já que até hoje encontram-se poucos relatos e nenhum sítio arqueológico foi encontrado com qualquer vestígio do monumento. O único que pode ser considerado “suspeito” é um poço fora dos padrões que imagina-se ter sido usado para bombear água. Foram construídos por volta de 600 a.C., às margens do rio Eufrates, na Mesopotâmia – no atual sul do Iraque. Os jardins, na verdade, eram seis montanhas artificiais feitas de tijolos de barro cozido, com terraços sobrepostos onde foram plantadas árvores e flores. Calcula-se que estivessem apoiados em colunas cuja altura variava de 25 a 100 metros. Para se chegar aos terraços subia-se por uma escada de mármore; entre as folhagens havia mesas e fontes. Os jardins ficavam próximos ao palácio do rei Nabucodonosor II, que os teria mandado construir em homenagem à mulher, Amitis, saudosa das montanhas do lugar onde nascera. Capital do império caldeu, a Babilônia, sob Nabucodonosor, tornou-se a cidade mais rica do mundo antigo. Vivia do comércio e da navegação, buscando produtos na Arábia e na Índia e exportando lã, cevada e tecidos. Como não dispunham de pedras, os babilônios usavam em suas construções tijolos de barro cozido e azulejos esmaltados. No século V a.C., Heródoto dizia que a Babilônia “ultrapassava em esplendor qualquer cidade do mundo conhecido”. Mas em 539 a.C. o império caldeu foi conquistado pelos persas e dois séculos mais tarde passou a ser dominado por Alexandre, o Grande, tornando-se parte da civilização helenística. Depois da morte de Alexandre (323 a.C.), a Babilônia deixou de ser a capital do império. Começou assim sua decadência. Não se sabe quando os jardins foram destruídos; sobre as ruínas da Babilônia ergueu-se, hoje, a cidade de Al-Hillah, a 160 quilômetros de Bagdá, a capital do Iraque.
Estátua de Zeus em Olímpia
A estátua de Zeus em Olímpia foi construída no século V a.C. por Fídias, em homenagem ao rei dos deuses gregos — Zeus. A estátua, construída em ouro e marfim e decorada com pedras preciosas, possuía 12 metros de altura. Após 800 anos foi levada para Constantinopla (hoje Istambul), onde acredita-se ter sido destruída em 462 d.C. por um terremoto.
Essa é considerada sua obra-prima. Tanto os gregos amavam seus trabalhos que dizia-se que ele revelava aos homens a imagem dos deuses. Supõe-se que a construção da estátua tenha levado cerca de oito anos. Zeus (Júpiter, para os romanos) era o senhor do Olimpo, a morada das divindades. A estátua media de 12 a 15 metros de altura – o equivalente a um prédio de cinco andares – e era toda de marfim e ébano. Seus olhos eram pedras preciosas. Fídias esculpiu Zeus sentado num trono. Na mão direita levava a estatueta de Nike, deusa da Vitória; na esquerda, uma esfera sob a qual se debruçava uma águia. Supõe-se que, como em representações de outros artistas, o Zeus de Fídias também mostrasse o cenho franzido. A lenda dizia que quando Zeus franzia a fronte o Olimpo todo tremia. Quando a estátua foi construída, a rivalidade entre Atenas e Esparta pela hegemonia no Mediterrâneo e na Grécia continental mergulhou os gregos numa sucessão de guerras. Os combates, no entanto, não prejudicaram as realizações culturais e artísticas da época. Ao contrário, o século V a.C. ficou conhecido como o século de ouro na história grega devido ao extraordinário florescimento da arquitetura, escultura e outras artes. A estátua de Zeus foi destruída nesse mesmo século V a.C.
Templo de Ártemis em Éfeso
O templo de Artemis em Éfeso, construído para a deusa grega da caça e protetora dos animais selvagens, foi o maior templo do mundo antigo. Localizado em Éfeso, atual Turquia, o templo foi construído em 550 a.C. pelo arquiteto cretense Quersifrão e por seu filho, Metagenes. Após concluído virou atração turística com visitantes de diversos lugares entregando oferendas, e foi destruído em 356 a.C. por Heróstrato, que acreditava que destruindo o templo de Ártemis teria seu nome espalhado por todo o mundo. Sabendo disso, os habitantes da cidade não revelaram seu nome, só conhecido graças ao historiador Strabo. Alexandre ofereceu-se para restaurar o templo, mas ele começou a ser reconstruído só em 323 a.C., ano da morte do macedônio. Mesmo assim, em 262 d.C., ele foi novamente destruído, desta vez por um ataque dos godos. Com a conversão dos cidadãos da região e do mundo ao cristianismo, o templo foi perdendo importância e veio abaixo em 401 d.C; e hoje existe apenas um pilar da construção original em suas ruínas.
Mausoléu de Halicarnasso
O mausoléu de Halicarnasso, pintado por Martin Heemskerck (1498–1574), baseando-se em descriçõesO mausoléu de Halicarnasso foi o suntuoso túmulo que a rainha Artemísia II de Cária mandou construir sobre os restos mortais de seu irmão e marido, o rei Mausolo, em 353 a.C.. Foi construído por dois arquitetos gregos — Sátiro e Pítis — e por quatro escultores gregos — Briáxis, Escopas, Leocarés e Timóteo.
Hoje, os fragmentos desse monumento são encontrados no Museu Britânico, em Londres, e em Bodrum, na Turquia. A palavra mausoléu é derivada de Mausolo.
Colosso de Rodes
O Colosso de Rodes era uma gigantesca estátua do deus grego Hélios colocada na entrada marítima da ilha grega de Rodes. Ela foi finalizada em 280 a.C. pelo escultor Carés de Lindos, tendo 30 metros de altura e setenta toneladas de bronze, de modo que qualquer barco que adentrasse a ilha passaria entre suas pernas, que possuía um pé em cada margem do canal que levava ao porto. Na sua mão direita havia um farol que guiava as embarcações à noite. Era uma estátua tão imponente que um homem de estatura normal não conseguia abraçar o seu polegar. Foi construída para comemorar a retirada das tropas macedônias que tentavam conquistar a ilha, e o material utilizado para sua confecção foram armas abandonadas pelos macedônios no lugar. Apesar de imponente, ficou em pé durante apenas 55 anos, sendo abalada por um terremoto que a jogou no fundo da baía. Ptolomeu III se ofereceu para reconstruí-la, mas os habitantes da ilha recusaram por achar que haviam ofendido Hélios. E no fundo do mar ainda era tão impressionante que muitos viajaram para vê-la lá em baixo, onde foi esquecida até a chegada dos árabes, que a venderam como sucata.
Farol de Alexandria
Representação gráfica do Farol de AlexandriaO Farol de Alexandria foi construído a mando de Ptolomeu no ano 280 a.C. pelo arquiteto e engenheiro grego Sóstrato de Cnido. Era uma torre de mármore situada na ilha de Faros (por isso, “farol”), próxima ao porto de Alexandria, Egito, no alto da qual ardia uma chama que, através de espelhos, iluminava até 50 km de distância, daí a grande fama e imponência daquele farol. À excepção das pirâmides de Gizé, foi a que mais tempo durou entre as outras maravilhas do mundo, sendo destruída por um terremoto em 1375. Suas ruínas foram encontradas em 1994 por mergulhadores, o que depois foi confirmado por imagens de satélite.
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tres pessoas estao em um restaurante e depois de comerem recebem a conta no valor de R$30,00. cada um entrega ao garçom R$10,00 totalizando os trinta. ao receber o dinheiro o dono do restaurante resolve dar um desconto aos tres e pede ao garçom que lhes devolva R$5,00 daquela quantia. o garçom garda para ele dois dos cinco reais sem seu patrao ver e devolve para cada pessoa R$1,00. sendo assim e como se cada um houvesse pago nove reais, mas 3 x 9 = 27, mais 2 do garçom 29.
pergunta: onde esta o um real que falta ?
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Um grande viajante conhecedor de matematica denominado João Luis se deparou com a seguinte situação.
Três homens que discutiam ao pé de um lote de camelos.
Por entre pragas e impropérios gritavam possessos, furiosos:
- Não pode ser!
- Isto é um roubo!
- Não aceito!
O inteligente João Luis procurou informar-se do que se tratava.
- Somos irmãos – esclareceu o mais velho – e recebemos como herança
esses 35 camelos. Segundo a vontade expressa de meu pai, devo receber a
metade, o meu irmão uma terça parte, e, ao mais moço,
deve receber apenas a nona parte. Não sabemos, porém, como dividir dessa forma
35 camelos pois a metade de 35 é 17 e meio e a terça e a nona parte de 35
também não são exatas?
- É muito simples falou João Luis, Encarrego-me de
fazer com justiça essa divisão, se permitirem que eu junte aos 35 camelos da
herança o meu proprio camelo de viajem.
Os irmãos aceitaram a proposta.
- Bom, meus amigos vamos fazer a divisão justa e exata dos camelos que são agora, como vêem em número de 36.
E, voltando-se para o mais velho dos irmãos, assim falou:
- Deverias receber meu amigo, a metade de 35, isto é, 17 e meio.
Receberás a metade de 36, portanto, 18. Nada tens a reclamar, pois é claro que
saíste lucrando com esta divisão.
E, dirigindo-se ao segundo herdeiro, continuou:
- E tu deverias receber um terço de 35, isto é 11 e pouco.
Vais receber um terço de 36, isto é 12. Não poderás protestar, pois tu também
saíste com visível lucro na transação.
E disse por fim ao mais moço:
E tu jovem, segundo a vontade de teu pai, deverias receber
uma nona parte de 35, isto é 3 e tanto. Vais receber uma nona parte de 36, isto é, 4
camelos o teu lucro foi igualmente notável. Só tens a agradecer-me pelo resultado!
E concluiu com a maior segurança e serenidade:
- Pela vantajosa divisão feita em que três saíram lucrando – couberam 18 camelos ao primeiro, 12 ao segundo e
4 ao terceiro, o que dá um resultado (18+12+4) de 34 camelos. Dos 36 camelos,
sobram, portanto, dois.
Que como recompença ficaram por direito a mim, por ter resolvido o complicado
problema da herança!
“Galera o cara entrou com um saiu com dois e todo mundo também saiu ganhando isto é sagacidade plena”
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Taberneiro
Dois transportadores que foram comprar 8 litros de vinho a um taberneiro, fazem a caminha
de regresso juntos. Durante o caminho têm uma discussão e decidem separar-se repartindo o
vinho de forma igual. As únicas medida que têm é o barril de 8 litros onde transportam o
vinho, uma vasilha de 5 litros e outra de 3 litros.
Como devem fazer para que cada um leve rigorosamente 4 litros de vinho?
Resposta:
é simples voce despeja os 8L no barril então vc completa a vasilha de 5L com a vasilha de
5L vc completa a de 3L , então eu pego o que restou na vasilha de 5L e jogo no Barril
então eu pego a quantia que tem no de 3L e passo para a de 5L , então eu pego a quantia
que tem no barril e encho a vassilha de 3L com a quantia da de 3L eu encho a vassilha de
5L assim a vasilha de 3L vai ficar com 1 litro então eu despejo a quantia do de 5L no
barril assim o barril vai ficar com 7l entao eu derramo a quantia que term na vassilha de
3L na de 5L depois eu encho a vasilha de 3L com o que tem no barril então eu despejo o
que tem na vasilha de 3L na de 5L dessa forma a de 5L vai ficar com 4Litros e o Barril
vai ficar com 4litros tambem.
E se os dois quiserem tiram no cara e coroa para ver quem fica com a vasilha de 3L.
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Problema:
Temos 8 bolas de aparência idêntica, mas uma delas pesa mais do que as outras 7, que por sua vez tem o mesmo peso. Temos também uma balança de pratos simples.
Pergunta: Como podemos identificar qual é a bola mais pesada efetuando o mínimo de medições possíveis?
Solução:
8 bolas e voce divide em 3 grupos 2 grupos (chamei de A e B) de 3 bolas e 1 grupo (C) de 2 bolas.
com uma balança de pratos voce pesa os 2 grupos com 3 bolas…
se der igual… voce divide o grupo C em 2 e compara uma bola com a outra….
se nao der igual voce pega o grupo que pesou mais pega 2 bolas deste grupo e pesa….
se der igual é a bola que ficou de fora….
se der diferença se ja sabe a bola….
na pior da hipoteses voce pesa 3 vezes… na melhor das hipoteses se pesa 2….
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